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Moçambique: Na Redução da Transmissão Vertical O PaÁ­s Regista Resultados Animadores

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Maputo, 24 de Fevereiro: A taxa de incidência da transmissão vertical do HIV, da mãe para o bebé Á  nascença, estÁ¡ a registar resultados animadores, na implementação da Opção B+, no PaÁs, num espaço de ano e meio do programa.

Munira Abudo, responsÁ¡vel pelo Departamento de Saúde da Mulher e da Criança, no Ministério Moçambicano da Saúde revelou que actualmente, o acesso universal ao Tratamento Anti-retroviral (TARV), estÁ¡ na ordem de 97%, em 1.450 unidades sanitÁ¡rias, que implementam a Opção B+, no PaÁs.

De acordo com Munira Abudo, a Opção B+ visa reduzir em 50 por cento a mortalidade materna, este, um compromisso assumido em 2011 no quadro da iniciativa global de eliminação da transmissão vertical.

Moçambique comprometeu-se ainda a reduzir em 90 por cento a incidência do HIV pediÁ¡trico.

A mesma fonte explicou que antes da introdução da Opção B+ a oferta de tratamento anti-retroviral não evoluÁa ao mesmo ritmo dos resultados da cobertura de profilaxias. Com efeito até 2012 o PaÁs registava uma oferta de 15% no TARV em mulheres grÁ¡vidas.

Entretanto, com a implementação da opção B+ em Junho de 2013 o número de mulheres HIV positivo a beneficiar deste programa subiu para 50 por cento e para 87 por cento no ano seguinte.

Debruçando-se sobre a situação de Moçambique no mundo, Munira Abudo anotou que o PaÁs tem uma epidemia generalizada, com uma taxa de prevalência do HIV de 11,5%, colocando-se por isso entre os paÁses mais afectados no mundo pelo HIV, contribuindo em 6% na ocorrência de novas infecçÁµes pediÁ¡tricas, no planeta.

Lembrou que 90% de novas infecçÁµes pediÁ¡tricas ocorrem na África Subsaariana, onde Moçambique se encontra entre os 8 paÁses prioritÁ¡rios (entre os 22 no plano global).

Enquanto isso, Nigéria, Africa do Sul, Tanzânia e Uganda são em conjunto responsÁ¡veis por metade das novas infecçÁµes que ocorrem em crianças no mundo À“ apontou a chefe do departamento de Saúde da Mulher e da Criança, no Ministério Moçambicano da Saúde.

A implementação do diagnóstico precoce infantil, é para a nossa fonte crucial para o plano global, tendo em conta que tal representa também o resultado final do PTV essencial para a sobrevivência com saúde das crianças infectadas pelo HIV.

Na mesma esfera a Munira Abudo que é também enfermeira de profissão chamou a atenção da importância da realização do diagnóstico atempado nas crianças infectadas, de modo a permitir o inÁcio precoce do Tratamento Anti-Retroviral, tendo em atenção que o pico da mortalidade em crianças infectadas intra-utero ou perinatal é de entre 3 e 4 meses de idade.

Munira defende pois que se nada for feito até essa altura, pelo menos metade destas crianças poderão morrer até os 2 anos de vida daÁ a importância de se garantir o acesso precoce ao diagnóstico de HIV nestas crianças.

Dados das autoridades sanitÁ¡rias moçambicanas referem que o paÁs tem observado grandes avanços na luta contra o HIV pediÁ¡trico o que se traduz também no aumento do número de laboratórios de referência, assim na massiva expansão das unidades sanitÁ¡rias a desenvolver esta actividade.

Actualmente, 90% das unidades sanitÁ¡rias estão a implementar os programas de transmissão vertical no paÁs, cobrindo deste modo todas as unidades de maior volume.

Ainda de acordo com a mesma fonte, com a implementação do serviço de mensagens curtas - SMS, no envio de resultados do diagnóstico directamente para as unidades sanitÁ¡rias reduziu substancialmente o tempo de espera para recebimento e entrega de resultados dos exames laboratoriais das crianças e seus familiares.

No PaÁs, são 1.120 unidades sanitÁ¡rias a colher creatina fosfato(PCR ou ProteÁna C-Reactiva) e destas unidades, 460 jÁ¡ possuem impressoras para a recepção e emissão de resultados laboratoriais.

No tocante Á  evolução da colheita do diagnóstico precoce infantil, a fonte disse que Moçambique regista um aumento substancial no acesso, com uma evolução de 597 a 1.120 unidades sanitÁ¡rias jÁ¡ a colherem PCR, Ácido Desoxirribonucleico (DNA À“ Parte mais essencial da célula) e HIV o que eleva para 71 por cento a cobertura populacional na colheita de PCR.

Entretanto, é ainda baixa a cobertura da colheita de PCR em menores de 2 meses de idade, situando-se numa cobertura populacional de 49%.

O Vice-Ministro da Saúde de Moçambique, Mouzinho SaÁde, estimou em 1.4 milhÁµes de pessoas que actualmente estão infectadas pelo HIV, sendo pouco mais da metade mulheres, daÁ ser de capital importância a prevenção da transmissão vertical das mulheres e das crianças.

SaÁde desafia o sector da saúde a ampliar a coordenação na planificação e implementação das suas intervençÁµes, em torno da mulher e da criança para tornar viÁ¡vel o seu compromisso de permanente melhoria da qualidade e da eficiência, ao mesmo tempo que apela Á  unificação das sinergias com vista Á  redução de novas infecçÁµes e do impacto do HIV/Sida, em particular nesta camada populacional que é a esperança do PaÁs.

AliÁ¡s, o Protocolo da SADC Sobre Género e Desenvolvimento, no tocante a esta matéria avança que os estados signatÁ¡rios, até finais de 2015, deverão desenvolver estratégias com vista a prevenção de novas infecçÁµes.

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Aida Matsinhe é uma jornalista do Semanario Magazine Independente em Maputo. Esta história faz parte do Serviço de NotÁcias da Gender Links, oferecendo novos pontos de vista sobre o dia-a-dia da actualidade informativa.

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